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ter saudades é...

  • 3
Já não chegava a dor de bater com o dedo mindinho no canto de uma mesa, a dor de partir um osso qualquer do nosso corpo... Já não bastava estas e outras tantas dores físicas teríamos também de sentir a dor da saudade. Diferente...daquelas que não mata mas mói...mói e mói muito...Mói ao ponto de desligar-mos do resto e ignorar por completo. Mói ao ponto que, em certos casos, faz-nos acreditar que à volta a dar e há regresso. Ilusões que o cérebro cria das sensações que já foram um dia...únicas.
Perdemos a noção do tempo e pela cabeça passa um filme em câmara lenta, silhuetas um pouco desfocadas são suficientes para sentir o momento como se fosse real. A sensação que queremos que não termine...que deixe de ser apenas uma ilusão.

"Saudade e nostalgia não passa de fantasia que o cérebro cria, o que me irrita."

Saudades de quem já não está, saudades de quem deixei partir. Saudades do que já foi e já não será, do que poderá ser, do que será mas ainda não é...ter saudade é ....


maquina do tempo

  • 3
E se a maquina do tempo existisse? Que faria? Usava-a ou ficaria quieto? Questões que surgem fruto dos arrependimentos do passado. A história seria outra se optasse por outra porta, mas pensar sobre isso é um erro (?) que todos cometemos. "E se tivesse virado à esquerda em vez de ter seguido em frente?", "E se tivesse dito alguma coisa?". Mil e uma questões que nao terão resposta.

Supondo que existia uma espécie de Delorean, tal como no filme do regresso ao futuro, que faria? Voltava atrás, faria coisas que não fiz e outras que não voltava a fazer. Não mudava tudo, mas mudava o essencial.

histórias do nada

  • 1
Em estado de embriaguez emocional dou por mim a olhar para os sem abrigo, não sei se é medo, receio ou pena. Alguns fazem-me confusão...acredito que há quem lá tenha ido parar por falta de apoio em momentos díficeis da vida. Não falo dos que ficaram naquela situação por vontade própria já que só se deixa cair em tentação quem quer...desses não tenho pena.

Lisboa, dia de santos populares...cheira a sardinha, a frango assado e a muita bebida. As ruas estão cheias de gente das mais diversas idades onde os novos não largam a bebida e os experientes a comida, mas uma coisa é certa...ambos querem é diversão. Caminhando por Lisboa neste dia não há ruela que não tenha um mar de gente onde o mais claustrofóbico não tem espaço para ter reação, é comer e calar, beber e dançar ou andar e não resmungar....é festa. A noite é longa e algures a meio caminho, num local mais espaçoso e com menos alcool à mistura para-se para descansar durante escassos segundos. Sentado junto a uma esquina de um prédio está a única pessoa que passou a noite sozinha. De idade e nome incógnito, lá estava ele a contar as moedas que tinha junto a si, fazia montes, atirava umas contra e raramente levantava a cabeça. Quando o fazia olhava para os grupos de pessoas que estavam por ali e imaginava algo...o quê, não sei. Não foi muito o tempo que estive ali, mas deu para ter medo, muito medo, e pena.


Não tenho jeito para escrever nem nunca fui de escrever...mas quando se tem pouco isto sabe a muito. Escrevemos o que vai na cabeça naquele momento, o que queremos contar ou o que nos faz confusão...escrevemos sobre tudo e mais alguma coisa e no pior dos momentos escrevemos sobre nós, desabafos onde o teclado ouve o que dizem os dedos...malucos...

sensaçoes estranhas...indecisões parvas

  • 8
Há momentos na vida em que acreditamos que vamos conseguir o que queremos, mas no último segundo tudo muda...a força de vontade desaparece, acreditar deixa de fazer sentido e num abrir e fechar de olhos desiste-se. Questiona-se o porquê, falta de motivação? Ou será que não vale a pena? Receio do que vem a seguir? Medo? Mil e uma questões associadas a um acto que na maior parte das vezes não tem justificação. Acreditar que não se consegue é a coisa mais fácil do mundo...é só ficar quieto...a verdade é que nunca se sabe o que está por detrás do que se vê e nunca saberemos o que nos poderá calhar se não dermos o passo em frente...


só mais uma vez

para escrever e esquecer

  • 1
Conto no total, aproximadamente e a dividir por duas raparigas, um ano e uns quantos dias (talvez semanas, mas poucas) de namoro...uma mais recente e outra mais afastada no tempo. Não me arrependo mas no fim de tudo sinto que não mexeu comigo...deu para matar a sede e a fome como qualquer casal o faz, deu para sentir que alguém estava e queria estar do nosso lado mas no fim sinto que passou como se não tivesse passado.

Pergunto-me se alguma vez namorei se nunca tive uma discussão...na verdade se calhar nem cheguei a ter tempo para as ter. Mas casal sem discussão não é casal mesmo que no fim cheguem à conclusão que não tem fundamento. Pergunto-me se alguma vez namorei se uma das memórias que tenho desse tempo é quando diziam que sim sem contraporem a sua opinião. Vendo bem devo ser a única pessoa no mundo que ficava aborrecido quando estavamos sempre bem já para não falar do fim. O fim foi estranho...de uma, uma carta acompanhada por lágrimas e da última raiva e bruxedo em casa.
Pergunto-me se alguma vez namorei se ao fim deste tempo todo ainda questiono a rapidez com que tudo começou, se nem reação tive para saber se a amava ou...bem é melhor terminar por aqui.


em caso de dúvida fica sossegado

  • 0
Este post nao será sobre mulheres. Será sobre eles para elas, não servirá para nada mas...precisava de dar um pontapé nisto tudo mesmo que seja só eu perceber a vontade que tenho de o fazer.
Nota-se à distância um homem (de agora em diante gajo) fraco, panhonhas, negativo, sem confiança...adjectivos não faltam para os descrever e poderia enumerá-los, do mais sofisticado ao mais labrego. Insultos para todos os gostos e um grande murro na mesa. A verdade é que eu não me preocuparia muito com eles mas como existem acabam por moer a cabeça de uma pessoa...e eu que não sou violento, não era até à bem pouco tempo, até era capaz de lhes espetar um sopapo (só porque acho piada a esta palavra) no queixo. A raiva que me mete...o olhar triste de ombros em baixo e de mãos nos bolsos, por vezes uma só. Pouco ou nada interventivo mas sempre com um 'deixa andar' na ponta da língua. Vivem na sua e por vezes aborrecem-se. O que isto me mete raiva. Não dizem nada de jeito, têm sorriso parvo, desmoralizadores e capazes de fazer o impossível...não têm piada e acabam por aborrecer as pessoas. Uns tristes...São fracos de espirito e de corpo, preferem ficar na sua em vez de ajudar o outro. São tudo isto e muito mais...peço que abram os olhos e uma vez na vida façam-se homens...e fica aqui um conselho, embora pouco válido...

Despertem para a vida que o sol já brilha e quando não estiverem naqueles dias capazes de fazer o impossível e ainda ajudar uma velhinha a atravessar a estrada, façam uma coisa...não façam nada. Não abram a boca, não se mexam, não tentem sequer piscar os olhos, nao façam nada....mesmo nada...que isso passa.

É isto...um post parvo de um autor passado. A vida tem destas coisas.

tretas

  • 0
Só mais uma semana, ou menos, e tudo acaba...quem sabe apenas horas para voltar tudo ao normal. Certo é que ficará na memória...mas na minha, não na dela... em como que dava mais, talvez a confiança e o sonho a falar pois na realidade não seria bem assim.
Não desisti e nem atirei a toalha para o chão...apenas baixei a prioridade, conformei-me.
Era capaz de a elogiar desde o mais pequeno pormenor fazendo deste texto o mais parvo, lamechas, aborrecido e irritante que possa existir. Já apontar os seus defeitos seria injusto. Poderia também contar toda a história mas isso seria trágico, rasca e um filme de bollywood.

Assim acaba aqui desde a maneira estranha como começou, da maneira estranha como continuou e como termina.
Agora...é seguir em frente, não pensar mais no assunto (tretas), porque amanhã é terça :)

para passar o tempo...

  • 0
(deixa ir até ao fim)
...Há momentos na vida que os perdemos sem dar conta. Palavras que passam a correr ou ditas por alguém sem querer, desaparecem e ficam esquecidas...

vontade

  • 4
Estou cansado e exausto, o que tenho não me enche o peito...não chega, não é suficiente. É uma mera distração para o que desejo. O que realmente quero não tem preço, não se troca por coisa alguma...

nota-se...

  • 6
...que uma mulher está apaixonada por ele quando à conversa não sabe estar quieta, mexe no cabelo e sorri sem necessidade.

...que um homem está apaixonado por ela, quando ainda não teve tempo, nem se lembrou, de ver se ela tem um peito e glúteos com as medidas que o agradam. Só teve tempo para a olhar nos olhos e o máximo que descaiu foi para a boca.

sobre elas...

  • 2
Parar o que se está a fazer por um bocado para pensar no que se há-de escrever sobre as mulheres é complicado. Ainda mais complicado se torna quando queremos estar com uma delas. Nesta situação o que paira na cabeça é a vontade de querer que tudo corra bem, ou melhor....da forma como queremos. E muitas das tentativas de pensar nas mulheres em geral acabam por recair sobre apenas uma...ela.

Mariquices à parte e deixa-se arrefecer a cabeça na tentativa de querer que saia algo de jeito...no final chega-se a uma tentativa de escrita com a questao...O que seria do homem sem a mulher? Uma situação que apenas pode ser representada na imaginação de cada um. Mas não me perguntem, pois na minha...é impossível. Pensar só nos "podres" ou pensar nas que não me enchem o goto (leia-se física e psicologicamente), não passam de meras tentativas para imaginar se tal será possível....não deu em nada.

No geral (as que nos enchem o goto)...são perfeitas, assim as pintamos quando estamos bem com elas. Quando as coisas não correm bem a história é...a mesma...não deixam de ser quem são...mulheres.
Voz, olhos, sorriso, peito, glúteos (palavra tão bonita :P), sensibilidade, mentalidade, maturidade...com isto tudo como é que é possível um homem viver sem a mulher? À rasca!!! digo eu neste momento. Mas na verdade...é impossível...impossível.




Notas: Homem, ser masculino com alguma maturidade que não olha para todos os rabos que andam à sua volta.



a mulher....

  • 3
...a mulher...mulher...muuuulher...a mulher...a mulher é...

Tramada, lixada, complicada... irresistível, perfeita, linda, genuína...criança, infantil...sedutora, ciumenta, picuinhas, amiga, egoísta, chorona, brincalhona, atrevida, simples....

a mulher é...indescritivel